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KLB entra em 2011 com a corda toda!

Grupo lança CD e grava primeiro DVD em 3D no Brasil

Kiko, Leandro e Bruno estão a mil. O novo CD, em comemoração aos dez anos de carreira, está saindo do forno. O single Você Vai Lembar de Mim, já está bombando nas rádios e na internet. Mas a grande novidade será o DVD, em 3D, uma inovação por aqui.
“Será algo totalmente inusitado, um projeto arrojado, como nunca se fez no Brasil. Há um time de primeira trabalhando neste projeto, que deve ser lançado ainda no primeiro semestre de 2011”, garante Franco Scornavacca, pai e empresário do grupo.
O lançamento deve acontecer com uma grande festa, um presente para as fãs, segundo Scornavacca. “Vai ser o lançamento do ano”, promete.


Fonte: O Fuxico
Creditos KLBahia



- Postado por: KLB Musicians às 19h43
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KLB fará show em Barueri/SP




Fonte: klb-ever.zip.net/



- Postado por: KLB Musicians às 15h43
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KLB dia 21/11 em Barueri/SP

Kiko, Leandro e Bruno estarão na Festa de Nossa Senhora da Escada Santa, padroeira de Barueri.




Fonte: Diocese de Osasco



- Postado por: KLB Musicians às 15h42
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Fotos: KLB na FAITA 2010 em Itapolís/SP

 















Fonte:comerciodeitapolis.com.br



- Postado por: KLB Musicians às 15h37
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Fotos: KLB em Itápolis/SP na FAITA 2010



Kiko, Leandro e Bruno atendendo os fãs











Fonte: Registro Geral e Revista Net



- Postado por: KLB Musicians às 15h33
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Kiko, D´Black e Gustavo Lins dão palhinha na Festa Nacional da Música



Kiko, do grupo KLB, fala sobre o seu envolvimento com a Festa Nacional dá música e dá palhinha com D´Black e Gustavo Lins.

Fonte: Festa da Música Canela 2010 - UOL

Creditos:KLB nordeste 



- Postado por: KLB Musicians às 15h31
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Fotos do KLB no programa "O Melhor da Noite" em Manaus/AM

Em passagem pela cidade de Manaus/AM no dia 24/07 o KLB foi convidado a participar do programa Melhor da Noite na Band, que também teve a participação do grupo humorístico DEZnecesários.

Confira Abaixo Algumas fotos da gravação:
































Fonte:MelhordaNoite.com

Créditos:KLBNordeste

 



- Postado por: KLB Musicians às 15h01
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Confiram o Jingle das respectivas campanhas de Kiko e Leandro

Fonte:@Kiko2520



- Postado por: KLB Musicians às 14h55
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Fotos Inéditas:Bastidores Ensaio Fotográfico Entre o Céu e a Terra









Fonte @KLBoficial



- Postado por: KLB Musicians às 14h53
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Kiko e o Senador Magno Malta em São Pedro/ES















Fonte: Facebook Senador Magno Malta



- Postado por: KLB Musicians às 02h09
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Kiko do Grupo KLB esteve hoje em Registro


Foto : Camilo autor do Blog e Kiko do Grupo KLB

O cantor Kiko do grupo KLB esteve nesta terça feira dia 27 na cidade de Registro ,onde esteve junto com a população tirando fotos e falando um pouco sobre o seu trabalho ,Kiko e Leandro lideram um movimento de conscientização dos abusos sexuais contra as crianças (pedofilia) no estado de São Paulo. Os irmãos cantores participaram das investigações da CPI da pedofilia no Congresso Nacional, junto com o Senador Magno Malta.

Kiko é candidato a Deputado Federal e o seu irmão Leandro é candidato a Deputado Estadual.


Kiko recebeu a todos com sua gentileza ,deu autógrafos e tirou varias fotos com suas Fãns .

Fonte:Camilo Aparecido

créditos:KLBNordeste



- Postado por: KLB Musicians às 02h05
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Leandro e Billy Zane


Essa e Massa!!!!! Eu e Billy Zane astro de Hollywood gente finíssima. Cade lele..... This is it !!!!!
Fonte: Flirckr LeandroKLB



- Postado por: KLB Musicians às 02h03
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KLB celebra uma década de sucesso: “A cada dia que passa a gente evolui mais”

Dez anos depois de “A Dor desse Amor” estourar em todas as rádios, o grupo KLB está preparando um DVD comemorativo, que será gravado no fim do ano. Além disso, Kiko, Leandro e Bruno estão em plena produção de um álbum inédito. “Todas as bases estão prontas. A gente começou a cantar, mas quando estava no processo de colocar as vozes pra finalizar e começar a mixar, entrou a política. Nesses meses que faltam para as eleições, a gente preferiu parar o estúdio, porque, já que a gente não pode aparecer em TV e divulgar música, não tinha sentido a gente ficar dentro do estúdio pra nada”, explicou Leandro, que é candidato a deputado federal, enquanto seu irmão, Leandro, se candidata a uma vaga na Assembleia Legislativa de São Paulo.

 

Leandro, Kiko e Bruno: a gravação dos CDs acontecem em estúdio musical próprio desde 2004.

Leandro, Kiko e Bruno: a gravação dos CDs acontecem em estúdio musical próprio desde 2004.

 

Românticos, na música e na vida, os irmãos do trio dizem que o novo trabalho terá a mesma essência que os outros lançados ao longo da última década. Se o estilo musical não mudou, eles garantem que o grupo amadureceu muito com esses anos de estrada. “A cada dia que passa a gente vai evoluindo e mostrando para a galera que aprendemos sempre”, afirma Bruno.

Com poucas horas de sono e arrumando as malas para mais uma viagem a trabalho, o trio recebeu o iG/Babado em seu escritório (que conta com estúdio fotográfico e musical) para uma conversa. Lá, eles contaram tudo sobre os 10 anos de estrada e as novidades que virão pela frente.

 

Kiko, Leandro e Bruno na sala onde guardam todos os discos que lançaram.

Kiko, Leandro e Bruno na sala onde guardam todos os discos que lançaram.

 

O que mudou na música do KLB nesses 10 anos?

Kiko: Acho que a gente teve um amadurecimento natural, mas acredito que continuamos fazendo o mesmo tipo de música, que é romântico. Obviamente, o próprio papo muda, porque você amadurece. Então o que era um papo mais inocente, hoje é do cotidiano de qualquer adulto. E isso inclui relacionamentos, porque o KLB faz música romântica. A gente se auto-intitula, desde o primeiro disco, como pop-rock-romântico. Algumas pessoas hoje me falam ‘pô, aquela música que você gravou é sertanejo’. Meu amigo, o sertanejo é que está parecendo a gente. Eu adoro música sertaneja. Eu tenho um conhecimento do sertanejo que muitos dos sertanejos não têm. O sertanejo que é dito como sertanejo hoje é romântico. Mas, enfim, voltando à sua pergunta (risos)… o que mudou foi um amadurecimento mesmo.

Leandro: Mudou também a experiência que a gente adquiriu naturalmente nesses dez anos, a vivência do dia-a-dia.

Bruno: A estrada é um ensaio. Você está tocando, você muda seu jeito de cantar, seu jeito de tocar. Às vezes você vira um robô das músicas, porque acaba fazendo a mesma coisa nos shows. Mas pra não ficar repetitivo, eu acabo mudando algumas coisas. Só para não ficar na mesmice. E acho que o entrosamento de nós três. A cada dia que passa a gente vai evoluindo e mostrando para a galera que aprendemos sempre.

 

Bruno, o caçula do KLB, cresceu e amadureceu com os anos de estrada.

Bruno, o caçula do KLB, cresceu e amadureceu com os anos de estrada.

 

E o que mudou em cada um de vocês?

Bruno: Mudou a voz, fiquei com um pouquinho mais de barba na cara (risos). Acho que a experiência de vida mesmo. A estrada é uma lição muito grande. Você vive cada dia em um lugar, vendo pessoas diferentes, culturas diferentes. E isso te dá um aprendizado gigantesco. Coisa que você não aprende em escola.

Leandro: A cada dia, praticamente, a gente está em uma cidade diferente, num estado diferente. A gente convive com pessoas diferentes a todo o momento. É uma experiência que nenhuma escola do mundo te dá, é só você vivendo mesmo. Fico muito grato por poder ter essa vida. Fazer o que eu gosto, o que eu amo, e ainda ser remunerado por isso. Isso é um privilégio pra gente. Se eu fosse contar todas as experiências que a gente teve, ficaria por mais 10 anos contando.

Vocês amadureceram e cresceram diante do público. Sentiram falta de fazer alguma coisa que é comum dos jovens e que vocês não puderam por estar na mídia? Ir na balada, beber, ‘pegar’ a mulherada, ir no cinema, no shopping…

 

Kiko: Não, porque eu não bebo. Mas não senti falta de nada não. Na verdade, o que eu tive foi um privilégio. Em um país com cento e noventa e pouco milhões de habitantes, quantos são famosos, tratados pelo nome com carinho e amor? Quantos? Pouquíssimos. Então acho que isso é uma dádiva mesmo. É um presente, um privilégio. Eu nunca deixei de fazer nada. Obviamente que a gente têm restrições. Não dá pra chegar e sair na 25 de Março em época de Natal. Esse tipo de restrição, sim. Mas eu sempre procurei restringir as restrições. Sempre procurei ter a vida mais normal possível. Se bem que, eu deste tamanho, com 2,02 metros, só se eu ficasse fantasiado de poste, não tem jeito.

Bruno: Nunca deixei de fazer nada, nunca me poupei de nada do que eu quis fazer. Tive uma infância muito boa, aproveitei cada momento, cada segundo, e quando comecei a trabalhar, com 15 anos, em vez de estar em casa, no shopping, no cinema, com o pessoal na escola, eu estava viajando. Era a coisa que eu queria, que me fazia bem. Pra mim, não foi nada difícil. Hoje, coisas que eu não gostava muito, como ir ao cinema ou ao shopping, eu até sinto falta. É meio psicológico. Já que não é tão fácil de fazer essas coisas, fico com vontade (risos).

Leandro: Se quisesse sair, eu saía. Teria assédio, mais sairia. Você não fica proibido de fazer as coisas. Tem que fazer aquilo que você acha que é certo. Você chega aos lugares e as pessoas querem te abraçar, te beijar, gostam gratuitamente de você. Eu sou fã de muita gente, sei como é. Hoje, num mundo onde tudo é moeda de troca, você receber gratuitamente esse carinho, só pela música que você faz… Não me lembro de ter me privado. Tudo o que quis fazer, eu fiz.

 

Leandro: "Fico muito grato por fazer o que eu gosto, o que eu amo, e ainda ser remunerado por isso"

Leandro: "Fico muito grato por fazer o que eu gosto, o que eu amo, e ainda ser remunerado por isso"

 

Existem brigas entre vocês enquanto estão trabalhando? Afinal, antes de músicos, vocês são irmãos…

Bruno: Têm. Têm discussões, não brigas. Às vezes eu discordo de alguma coisa, ou eles discordam de algo que eu sou a favor. Mas tudo tem uma votação. Somos três, e essa é a vantagem. Nunca dá empate. O que a maioria quiser optar, a banda toda compra.

A maioria das músicas de vocês fala de amor, paixão, romance. Vocês são românticos também?

Kiko: Sou, sou. Na verdade, é estranho falar que sou romântico. Eu sou, mas depende do que você também encara como romantismo. Se romantismo se resumir a mandar flores, então não sou. Na verdade, o romantismo real está no cavalheirismo, na maneira como você trata a mulher, na maneira como você lida, o respeito, a educação, o carinho. Sou uma pessoa que tenta ser o melhor possível. Acho que a gente também retrata no nosso trabalho aquilo que a gente é. Então não teria como eu ser um completo alucinado cantando isso, não ia nem combinar. Não orna.

Bruno: Todos somos românticos, né? Por mais que a gente dê uma de durão, acaba sendo romântico. Romantismo é mundial. Luis Miguel, por exemplo. Quem não gosta? Pode até não ter coragem de ouvir na frente das pessoas. Mas duvido que num momento em que você estiver gostando de alguém e escutar a música, não vá te tocar. É do ser humano.

Leandro: O cara pode ser um assassino, ele ama alguém, ama a mãe, ama o filho, o cachorro. Isso faz parte da vida. Umas pessoas, infelizmente, levam para o mal, e outras pessoas assumem e vivem o que é bom. Romantismo não é só entre o homem e uma mulher. Talvez esse seja o principal. Mas acho que é você estar de bem com a sua família, tratar bem, não menosprezar ninguém nunca e fazer sempre o bem.

Falando em família, quando sai o casamento com a Natália Guimarães?

Leandro: A gente não marcou nada. A vida vai falar a hora certa. Ter filho também. É uma decisão que vem naturalmente, não existe nada forçado. Vamos deixar acontecer, com o tempo. Não temos planos, mas ela é uma pessoa muito especial e que eu respeito muito.

A primeira canção de vocês foi “A Dor deste Amor”. Ao longo desses anos, vocês já sofreram a dor do amor?

Bruno: Estou sofrendo sempre…

Kiko: Pra caramba! Quem não sofreu é mentiroso. Já achei que ia morrer literalmente. Aliás, eu até tenho esse lado um pouco mais sofrido. Eu nunca quis namorar. Queria curtir, ficar na boa. Enquanto eu achei que estava nesse momento, fiquei na minha, curtindo. Então comecei a namorar com 20 anos. Imagina, depois de todos esses anos, quando estava tudo lindo, maravilhoso, fantástico, ela sofreu um acidente de carro e faleceu. Isso foi uma coisa que me mudou muito. Eu me fechei muito, me enrijeci com muitas coisas. Ela era bailarina do Zezé di Camargo e Luciano. Foi duro, foi triste, foi pesado. Aquilo me fez crescer, amadurecer, enxergar algumas coisas diferentes da vida. Quando as pessoas me dizem para dar uma frase, eu digo: ‘viva cada momento como se fosse o último’. Eu faço isso da minha vida hoje. Fiz uma música pra ela (“Ainda Vou te Encontrar”) que foi uma das mais comentadas do primeiro disco. Foi uma música difícil porque as pessoas pediam para eu cantar a toda hora. Já estava pegando raiva de tudo e de todos porque, enquanto os outros queriam fazer historinha, eu estava sofrendo. De dor de amor, essa foi o primeira, na ponta do queixo.

Leandro: Acho que já sofri de amor. Nada dessas psicoses que a gente ouve nos jornais hoje em dia. É mulher matando o homem, homem matando a mulher. Nem por amor e nem por ódio. Não existe nenhum sofrimento no mundo que lhe dê esse direito. A gente vive, obviamente, vários casos, namorinhos, ficadas, coisas sérias ou não. É a vivência normal de qualquer um. A gente fica chateado por qualquer coisa, mas chegar a sofrer por amor, eu acho que não. Pelo que dizem o que é sofrer, não! Graças a Deus! (risos).

 

Kiko: "Se romantismo se resumir a mandar flores, então não sou romântico"

Kiko: "Se romantismo se resumir a mandar flores, então não sou romântico"

 

De todos os álbuns de vocês, existe um preferido? Pelo momento, pela música ou pelo sucesso que gerou?

Bruno: Esse último que a gente nem acabou ainda. Estou estreando no arranjo das músicas. E tem uma música que a gente vai gravar em inglês que eu conheci em uma igreja em Orlando, nos Estados Unidos. Eles cantaram e, quando escutamos, resolvemos gravar. Acho que ela dá um diferencial importante no disco. Hoje esse disco já está marcante pra mim. Com certeza, mais pra frente, vai marcar ainda mais.

Leandro: Para mim, são todos os álbuns, não tem como. Eu me lembro de cada minuto no estúdio, cada momento de seleção de repertório, cada dificuldade, todas as faixas que gravei em estúdio, lembro dos lugares. São todos, mas se fosse dar preferência para algum, talvez por justiça, eu daria para o primeiro porque foi novidade, tanto para o público quanto para nós mesmos. Acredito até que o primeiro não foi o mais difícil. Os outros são mais difíceis porque manter o que você conquistou é muito mais complicado. Você pode dar um tiro no ar e acertar uma pomba. Mas e aí? Você vai conseguir acertar todas as pombas? Daria o título para o primeiro por ser o primeiro, mas os outros têm o mesmo mérito.

O que os fãs podem esperar do novo álbum?

Bruno: É o KLB de sempre. A gente quis buscar um pouco do primeiro disco, com músicas eletrônicas. E muita qualidade. A gente zela muito por isso. Tanto é que a gente está gravando o disco há uns quatro, cinco meses. Se você pegar todos os discos do KLB vai ver que teve um carinho ali.

Leandro: Com o DVD, obviamente, será o resumo dos 10 anos. Então têm músicas do primeiro até o mais recente, e músicas inéditas. Além disso, músicas românticas, como sempre teve. As mesmas levadas, o pop-rock que a gente tem feito também, mas com letras falando de amor, que é universal. Essa é a verdade. Não adianta você chegar e começar a inventar. Tem que fazer aquilo que é a sua verdade. A essência do KLB nunca vai mudar. Daqui a 50 anos você vai ouvir e falar: ‘é o KLB’.

Fonte: Babado / Créditos: KLB Nordeste



- Postado por: KLB Musicians às 01h47
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Kiko e Leandro, do KLB e do DEM, acham “patética” a escolha de Indio como vice.

 

 

Para ver a matéria completa clique nesta imagem...

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Fonte: Terra



- Postado por: KLB Musicians às 00h58
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Candidato a deputado federal, Kiko, do KLB, solta o verbo no iG/Babado

31 anos de idade, 10 de carreira musical ao lado de Leandro e Bruno e um novo desafio pela frente. Kiko, o irmão mais velho dentre os músicos do KLB, é candidato a deputado federal nas eleições que acontecem em outubro de 2010. Seu irmão Leandro também vai concorrer, mas para deputado estadual. “Tenho uma imagem, uma carreira, eu não precisaria da política. Preciso como cidadão, claro, mas acredito que tenho muito mais para oferecer do que para receber da política”, afirmou ele em entrevista exclusiva ao iG/Babado.

 

Kiko na luta contra a pedofilia: “Existem dois tipos de gente: as que apoiam a causa e as que abusam de crianças”

Kiko na luta contra a pedofilia: “Existem dois tipos de gente: as que apoiam a causa e as que abusam de crianças”

 

Visando o combate à pedofilia, Kiko até altera a voz quando começa a falar do crime. Ele, que há quase três anos é membro da CPI da pedofilia, quer poder fazer algo mais, ter voz ativa, o que só seria possível se fosse eleito. “O Brasil não anda pra frente porque a certeza da impunidade é muito grande. Não importa nem o tamanho da pena. O que as pessoas teriam que ter é certeza da punição. A partir daí, mesmo que a pena fosse menor, a pessoa pensaria duas vezes antes de agir”, comentou. Kiko afirmou ainda que não pretende largar a carreira ao lado da banda, e sim seguir com as duas funções, em paralelo. Mas o fato de ter uma carreira artística tem gerado desconfiança e preconceito desde que ele anunciou a candidatura. “Nesses vinte dias desde que oficializei minha candidatura, tomei muita porrada. É muito fácil ficar na arquibancada recriminando, difícil é descer para a arena e lutar. Acredito nas pessoas que têm disponibilidade para isso. Eu sempre fui assim, guerreiro. Não tenho medo de nada. Não tenho medo de trabalhar, não tenho medo de desafio”.

De onde surgiu esse interesse pela política?
Não é que surgiu um interesse. Despertou uma visão de oportunidade de poder fazer alguma coisa a mais do que já faço. Eu sempre recriminei os aventureiros, aquelas pessoas que se aventuram em uma coisa que não estão preparadas. Eu sempre fiz campanhas de “N” coisas. Desde o Mundo Jovem, o Hospital do Câncer de Barretos, sou um dos padrinhos nacionais do Proerd, que é um programa das drogas da polícia militar, e há quase três anos eu sou membro da CPI da Pedofilia. As pessoas ainda não sabem o que é pedofilia e vão continuar sem saber enquanto não tiverem a oportunidade. É um processo lento. Só a palavra pedofilia por si só, até pouco tempo atrás, era desconhecida de quase todos. Hoje, com tantos casos que vieram à tona na mídia porque a CPI começou a levantar, as coisas começaram a mudar, as pessoas começaram a assimilar. Geralmente quando você fala de pedofilia, a primeira coisa que vem à mente é um adulto, um homem, sei lá, tendo relação sexual com uma menina de seus 10, 11, 8 anos. O que não retrata cem por cento da realidade. O primeiro vídeo que a gente apreendeu dentro da CPI da Pedofilia foi um pediatra que se masturbava com uma mão e penetrava um menino de vinte dias com o cabo de um martelo. O que a gente já apreendeu são coisas nojentas, medonhas, casos que se tornaram emblemáticos, casos que não vieram à tona. Tenho acesso a todos os vídeos apreendidos pela CPI, faço parte da comissão, mas não tenho poder, porque não tenho cargo público, não tenho mandato, eu não posso assinar nada. Eu não posso ter voz ativa literalmente. A pedofilia hoje é um dos assuntos que mais destroem a família. Eu estou com 31 anos de idade, 10 de KLB, e durante esse tempo todo de vida e do grupo tive a oportunidade de vivenciar, ver, ouvir, saber e participar de muita coisa. Esse é meu momento de fazer alguma coisa e tentar agir. De preservar a família. E a gente fala assim ‘ah, político é tudo ladrão’. Mentira. A maioria dos políticos são bons e eu me atrevo a dizer isso. Porque você dizer isso num país que tem a política marginalizada como o Brasil, é perigoso. Mas eu me atrevo a dizer. Porque na verdade, como diz o ditado ‘pra que o mal se sobressaia, basta que o bem não faça nada’. O bem é omisso, o mal é ousado. A gente tem muita gente boa, muita gente bem intencionada. O que precisa é de gente que tenha mais pulso, pra dar porrada mesmo. Esses dias eu estava vendo umas pessoas que criticaram a gente e falaram ‘mas vocês têm uma imagem tão bem construída, há tantos anos, e vão sujar com a política’. Peraí, meu amigo! Eu tenho uma imagem que foi construída e eu não vou deixar que minha imagem se destrua porque estou entrando para a política. A minha imagem é essa. Sou a solução dos problemas? De jeito nenhum. Quem me dera eu fosse. Eu acredito que um soldado não ganha a guerra. Mas a partir do momento que um soldado começa a juntar e fazer um exército, a história começa a ser diferente. A ideia é essa. Tudo é possível e tudo é passível de mudanças se a gente tiver de fato boa vontade e atitude. Foi por isso que eu tomei essa iniciativa de cair pra esse meio agora.

 

Kiko: "Tenho muito mais para oferecer do que para receber da política"

Kiko: "Tenho muito mais para oferecer do que para receber da política"

 

Se você vencer as eleições, haverá mudanças ou separações no KLB?
O KLB permanece completamente preservado. O KLB é minha paixão, é minha vida. Foram conquistas de anos, anos e anos. De brigas, de batalhas diárias, noites sem dormir pra construir uma imagem, uma história. Isso é intocável e vai continuar. Eu estudei muito a possibilidade de caminhar, em paralelo, as duas coisas. E só tomei a decisão a partir do momento que eu vi que poderia. Sou idealista, sempre fui, nasci assim. O próprio KLB é uma ideologia minha que eu falei ‘eu vou, eu quero, eu consigo’. Tudo que me propus a fazer, graças a Deus, Ele abençoou, me deu a oportunidade de fazer. Eu fui um agraciado por Deus porque tive a espontaneidade de dizer ‘eu quero fazer’, ou ‘eu vou fazer’ e Ele me deu a oportunidade. Eu agarrei e fiz. A política é um novo passo.

Acha que a carreira e o sucesso de vocês, com milhares de fãs, vai influenciar no número de votos, independente de suas propostas?
Tem muito fã que fala isso. Eu não quero que você vote em mim porque você é fã do KLB. Eu quero que você pare, sente e escute o que eu tenho a dizer. E aí você me dê seu voto de confiança. Porque é o seguinte, não digo que será fácil me eleger, não. 130 mil votos não é nada fácil de conquistar. Eu espero fazer muito mais que isso, mas a gente sabe que a eleição é uma caixa de surpresas. Tudo pode acontecer. As pessoas devem saber que a gente é candidato. Esse é o primeiro passo. Segundo, saberem qual é nossa plataforma real, que é a defesa da família, e obviamente isso envolve um monte de coisa. Estou saindo de um meio onde não tenho rejeição. Não tenho, é zero. Pode ter gente que não gosta da música do KLB, não discuto, cada um tem seu gosto e isso é totalmente respeitável. Agora a gente não tem rejeição quanto à imagem. Nunca pus uma gota de álcool na boca, nunca fumei um cigarro, nunca usei nada de drogas. Pelo contrário, combato isso cotidianamente. Pra você ter ideia, sou tão extremista que no réveillon eu brindo com guaraná, não bebo nem champagne. Mas isso é por gosto mesmo. Não bebo porque não gosto. Mas eu não recrimino o cara que bebe. De jeito nenhum. Eu recrimino o vício.

O fato de seu público ser, em sua maioria, crianças e adolescentes te impulsionou para abraçar essa causa, essa luta contra a pedofilia?
Não acho que tenha sido por causa disso, até porque o público do KLB hoje não tem idade. Você vai ao show e não consegue dizer qual é a faixa etária. Metade é homem, metade é mulher, tem criança, tem adolescente, adulto, senhores, senhoras. Se eu ganhar, e quero ganhar, porque não gosto de perder nem em jogo de dominó, a primeira coisa que eu quero fazer é instaurar uma CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) de maus tratos, contra a criança e a mulher. A criança está sendo maltratada há muito tempo. Por que o Brasil está esquisito como está? Porque o adulto de hoje já foi uma criança maltratada. É pesado falar isso, mas tem uma faixa de pessoas que não tem mais recuperação de tão degradada que já está. Graças a Deus eu tenho uma vida consolidada profissionalmente, pessoalmente. Então chega um momento em que penso que não dá pra ficar só com isso, preciso fazer algo. Eu estou vendo a coisa degringolar, fugir ao controle. Podia ficar quieto, na minha casa, bonito. Mas peraí? É isso que eu quero como ser humano? Eu acredito que tendo um mandato eu posso fazer isso com uma ênfase maior. Você tem o poder de chegar na cara do cara e decidir. Essa é a diferença, esse é o grande barato. Poxa, tem um cara que não é meu amigo, mas é um conhecido que eu encontro direto, me trata superbem, mas eu tive que chamar de babaca. O (Kleber) Bambam, do “Big Brother”. O cara chegou, se candidatou, nem sei em que pé que está, se ele continuou ou não. Aí, os caras do “CQC” chegaram e falaram assim: “olha, você é candidato a deputado federal. O que faz um deputado federal?”. Ele falou assim: “eu não sei, porque a gente não teve as reuniões ainda e tal”. Meu amigo… Volta pro “Big Brother” e fica preso lá o resto da sua vida! Ou então não se aventura. É esso tipo de aventureiro que denigre. É a mesma coisa do político. Político vagabundo acaba com todo mundo. Me perdoe se eu estiver sendo muito rude, mas se eu vejo um cara desses, se for pra eu julgar, o que ele é? É um imbecil. Assim como tem muito político imbecil também.

 

Kiko com seus irmãos, Leandro e Bruno.

Kiko com seus irmãos, Leandro e Bruno.

 

 

Você falou sobre a violência contra a criança, o que você acha do projeto de lei que proíbe as palmadas?
Sinceramente, sei muito pouco dessa lei. Não sei exatamente o que ela abrange, quais as dimensões, o que ela de fato viria a punir e a recriminar. Uma coisa eu tenho convicção: eu apanhei quando pequeno e nem por isso virei menininha ou fiquei nervoso. Eu acho que é bom sim. Óbvio, uma coisa é você bater na criança nesse intuito, a palmadinha pra ensinar, educativa. Outra coisa é você espancar a criança. Ninguém é burro. Eu preciso até ler essa lei, porque quero ter conhecimento do que eles abrangeram ali, mas pelo o que eu ouvi dizer, é isso mesmo. Se você der uma palmada no seu filho e houver uma denúncia… é ridículo isso, é patético. Eu acho imbecil. Tem algumas questões que são polêmicas. Outro dia a menina chegou para mim e perguntou o que eu achava do aborto. Tem que legalizar ou não? Não, não tem que legalizar! Mas você é contra o aborto? Não! É a favor? Não! Ah, você tá em cima do muro? Não! Cada caso é um caso. É comprovado cientificamente que a criança traz geneticamente parte da índole do pai e da mãe. Então, você pega um assassino, um maníaco, desgraçado, vagabundo, que botou o filho na sua barriga. Eu acho que tem que deixar a mãe julgar nesses casos. Nos casos normais, não. Não vai legalizar, senão vira palhaçada. A molecada aí hoje em dia vai tirar um filho atrás do outro. É um ser vivo que está ali, uma pessoa. Só que nesses casos a decisão tem que ficar com a mãe. Até porque, por mais que seja um ladrão, vagabundo, psicopata, um lixo, ainda assim a mãe, quando tirar, vai sentir um alívio por um lado, mas vai se culpar o resto da vida. Ela se autopune. Não precisa punir, mas você não pode proibir que ela tenha a oportunidade de dizer “pelo amor de Deus, eu não quis esse filho, não tenho nada a ver com esse cara”.

Pensando no futuro, até onde você pretende chegar na política? Presidência, talvez?
Não acredito. Por um único motivo. Na verdade, o poder legislativo me fascina. O executivo me apavora. Eu não sou um cara que me vejo como um bom administrador. É o tal do lance do aventureiro. Digamos que hoje eu tivesse uma penetração tal que as pessoas acreditassem em mim, eu saísse a governador e tivesse uma probabilidade de ganhar. Eu não sairia. De forma alguma. Prefeito, presidente, jamais. Eu não tenho sensibilidade administrativa. Já o legislativo eu gosto. Que é onde você bota pra cima mesmo, é onde você vai fazer a lei. Isso me fascina. Por quê? Ah, você quer glória? Não quero! Glória já tive bastante, graças a Deus, e quero continuar tendo com o KLB. O resto eu quero, simplesmente, ajudar. Quero ser um ajudante, um missionário do bem.

 

Kiko: "A maioria dos políticos são bons e eu me atrevo a dizer isso"

Kiko: "A maioria dos políticos são bons e eu me atrevo a dizer isso"

 

Fonte: Babado



- Postado por: KLB Musicians às 00h57
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